9 de Janeiro de 2026 às 12:13

O anúncio foi feito pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que disse que a medida tem como objetivo "contribuir para o esforço" de "unidade nacional" no país.
Entretanto, ele não especificou quantos presos seriam libertados, nem quem exatamente.
“O governo bolivariano decidiu libertar um número significativo de cidadãos venezuelanos e estrangeiros, e esses processos de libertação estão em andamento”, afirmou Rodríguez.
A ONG Foro Penal informou que havia 806 presos políticos em cadeias venezuelanas em 5 de janeiro de 2026; entre eles, estrangeiros ou pessoas com dupla cidadania.
As primeiras libertações confirmadas de prisões venezuelanas são de cinco cidadãos espanhóis, dos quais pelo menos três estavam detidos após a crise pós-eleitoral de 2014.
O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, confirmou que os cinco já estavam retornando ao país europeu.
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