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Universitários curitibanos prestam assistência médica e odontológica a comunidades ribeirinhas na Amazônia

Estudantes da Universidade Positivo reforçam "Navios da Esperança" da Marinha Brasileira

7 de Julho de 2017 às 07:59

Três professores e sete alunos de Medicina e Odontologia da Universidade Positivo (UP), de Curitiba (PR), acabam de voltar da Amazônia, onde participaram do projeto ASSHOP (Assistência Hospitalar) prestando assistência às comunidades ribeirinhas na Amazônia, com o Navio Hospital (NAsH) da Marinha Brasileira. O grupo viajou durante 20 dias nos chamados “Navios da Esperança”, que levam atendimento médico e odontológico aos moradores de locais de difícil acesso em regiões florestais brasileiras. A UP é a primeira universidade privada do Brasil a enviar acadêmicos para auxiliar no projeto.


O professor do curso de Medicina, Edison Brum, responsável pelo projeto na Universidade Positivo, conta que esse tipo de ação faz com que os estudantes aprendam a trabalhar em equipe multidisciplinar e interinstitucional. “Eles são obrigados a sair da zona de conforto, adentrando em outra região, outro clima, outro povo. É muito enriquecedor”, explica. O navio utilizado pela equipe, o NAsH “Dr. Montenegro”, contém recursos hospitalares como consultórios, laboratórios, UTI e centro cirúrgico. Com o auxílio dos médicos da Marinha e professores da UP, os estudantes de Medicina atenderam 705 ribeirinhos. “O número de pacientes foi absurdamente bom. Um estudante nunca chegaria a atender tantas pessoas em tão pouco tempo”, revela Brum. Os diagnósticos mais comuns durante o período foram anemia, hipertensão, diabetes, obesidade, colesterol alto e alimentação inadequada. Muitas gestantes também foram atendidas. A população passa pelos procedimentos, em média, uma vez por ano - por isso, a necessidade de atender a maior quantidade possível de pacientes quando o NasH está atracado.


Brum explica ainda que a ação é um diferencial que a universidade consegue oferecer ao graduando: “Projetos assim fazem diferença na formação acadêmica e pessoal do aluno e, acima de tudo, ajuda a humanizar a profissão”. Para participar da empreitada, os alunos precisaram passar por uma banca e uma avaliação psicológica, além de ser requisitada experiência prévia com projetos de extensão. Vinícius Dias Pinto da Fonseca, aluno do 10º período de Medicina, conta que a experiência foi muito aguardada e superou todas as suas expectativas. “Sou apaixonado por novas culturas e em conhecer o outro. Essa foi, talvez, a experiência mais incrível que eu tive até agora na Medicina”, confessa.


Assim como o grupo de futuros médicos, os estudantes de Odontologia também realizaram um número recorde de atendimentos. Foram mais de 2 mil procedimentos, desde remoção de cáries a microcirurgias. A universitária Gabrielle Gobbo Agnoletto revela que aprendeu muito mais do que imaginava quando se propôs a participar da viagem. “A experiência foi mágica e a bagagem que trouxemos de volta foi muito maior que a que levamos. Aprendemos muito com os ribeirinhos - principalmente questões culturais, que são tão diferentes das nossas”, relata. Do ponto de vista técnico, Gabrielle diz que uma experiência dessas traz ganhos imensuráveis para o estudante: “Na prática clínica, quanto mais procedimentos realizamos, mais casos diferentes encontramos. Fizemos várias extrações e algumas delas precisavam de técnicas diferentes - então, em alguns momentos, foi bem importante o auxílio e a orientação do professor ou do cirurgião-dentista da Marinha que participou com a gente”.


A qualidade do trabalho e o empenho da comitiva da UP com o projeto surpreendeu os profissionais da Marinha. Por isso, a instituição propôs um acordo para o envio de duas equipes por ano à Amazônia. O grupo ainda foi convidado a fazer parte do projeto Outubro Rosa do ASSHOP, com foco na prevenção do câncer de mama na mesma região. O resultado acadêmico da iniciativa foi a criação de 12 trabalhos científicos para o 14º Congresso de Saúde da Família, que acontece entre os dias 5 e 7 de novembro, na Expo Unimed, em Curitiba, e três publicações dos estudantes em revistas científicas.

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