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Estado destina R$ 8,5 milhões para ações voltadas a crianças impactadas pela pandemia

Por Redação

Estado destina R$ 8,5 milhões para ações voltadas a crianças impactadas pela pandemia
Campanha Não Engula o Choro - Foto: Rogério Machado/SECS
A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) está cadastrando os municípios para os projetos voltados a crianças e adolescentes que sofreram impactos em virtude da pandemia. Serão destinados R$ 8,5 milhões aprovados pelo Fundo para a Infância e Adolescência e deliberados pelo Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente para atender crianças que perderam pais, pessoas da família que contribuíam com a renda familiar ou, ainda, que sofreram impactos psicológicos em função de isolamento social.

O prazo para que os municípios façam a adesão ao termo que habilita os recursos encerra no dia 30 de setembro. Até o momento, 58 prefeituras já apresentaram o seu plano de ação. O dinheiro será destinado para pagar bolsa-auxílio e subsidiar as famílias que ficarem com a guarda das crianças órfãs da pandemia e também para as famílias de crianças ou adolescentes que tenha perdido alguma pessoa que compunha renda familiar.

“Felizmente somos gestores responsáveis e previdentes, e tínhamos deixado recursos reservados para socorrer as crianças na pandemia”, explica o secretário da Justiça, Ney Leprevost.

Além das bolsas pagas diretamente às famílias, os recursos também serão destinados para desenvolver ações referentes a famílias acolhedoras, casas lares, aquisição de móveis e itens de informática necessários para dar acesso à educação. Também estão previstas adequações externas nos locais de acolhimento para a instalação de brinquedos e a prática de esporte.

Outra ação importante com esses recursos é a implantação de programas de saúde mental para tratar o luto, ansiedade, depressão e outras situações de impacto psicológico proveniente do isolamento social provocado pela pandemia.

“O nosso maior interesse é atender da melhor maneira possível as crianças e os adolescentes do Paraná que estão passando por esse período tão delicado e já sofreram tanto em virtude da pandemia”, destaca Ângela Mendonça, chefe do Departamento de Políticas para Criança e Adolescente da Sejuf.
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