CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Saúde

Anvisa proíbe duas substâncias utilizadas em unhas em gel

30 de Outubro de 2025 às 16:04

Anvisa proíbe duas substâncias utilizadas em unhas em gel
Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/huskyherz-136017/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=259972">Claudia Peters</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=259972">Pixabay</a>
Elas podem causar câncer e problemas de fertilidade nos usuários

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a utilização de duas substâncias que podem estar presentes em produtos usados para fazer unhas ou esmaltação em gel, que precisam ser expostos à luz ultravioleta ou LED. As substâncias são o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA). A resolução foi aprovada nesta quarta-feira (29).

O objetivo é proteger a saúde das pessoas que utilizam esses produtos e principalmente dos profissionais que trabalham com eles. Segundo a Anvisa, o DMPT pode causar câncer em humanos e o TPO é tóxico para a reprodução e pode prejudicar a fertilidade.
“Com a decisão, o Brasil se alinha aos padrões de segurança da União Europeia, que também baniu recentemente esses ingredientes. A medida impede que produtos considerados inseguros em outros países sejam comercializados aqui. A proibição das duas substâncias se aplica a qualquer produto cosmético”, diz a agência em nota.

Segundo a resolução, a fabricação, a importação e a concessão de novos registros ou notificações para produtos que contenham TPO ou DMPT estão proibidas imediatamente. No comércio, as empresas e estabelecimentos têm 90 dias para parar de vender ou utilizar os produtos que já estão no mercado.

Após esse prazo, todos os registros e notificações desses produtos serão cancelados pela Anvisa. As empresas responsáveis deverão realizar o recolhimento daqueles que ainda estiverem em lojas e distribuidoras.
"Ainda que o risco ocupacional seja mais intenso, usuárias e usuários também estão sujeitos aos efeitos nocivos decorrentes da exposição, reforçando sua dimensão social. Diante desse cenário, é dever do Estado atuar preventivamente, evitando a perpetuação de risco sabidamente evitável”, afirmou a relatora da norma, a diretora Daniela Marreco.

Ela reforçou ainda que os eventos adversos dessas substâncias estão, em geral, associados a exposições repetidas e prolongadas, de modo que contatos ocasionais ou pouco frequentes representam risco significativamente menor.

“Contudo, não afasta a necessidade de uma medida tempestiva de proibição dessas substâncias, cumprindo nosso papel de proteção da saúde com a edição da medida de precaução ora proposta", disse.

Compartilhe:

Enviar no Whatsapp

Leia também

Mulher dá à luz no trabalho sem saber que estava grávida

Fale conosco

redacao@agora1.info

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Gusttavo Lima faz show de 3 horas para multidão de 265 mil pessoas na praia de Matinhos

2.

PMPR resgata mulher mantida em cárcere privado por dois meses em Londrina

3.

Menina autista é encontrada com vida em mata após ficar desaparecida por três dias 

4.

Supercopa Rei Superbet 2026 será a 3ª final entre Flamengo e Corinthians

5.

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 130 milhões

6.

Vereadora cobra providências de Lula por raio que feriu pessoas em ato em Brasília

7.

Vereadora cobra providências de Lula por raio que feriu pessoas em ato em Brasília

8.

Prefeitura abre cadastro on-line para o ‘Vale-Gás’ a partir desta segunda

9.

Prefeitura agiliza alvarás e intensifica fiscalização sobre obras irregulares

10.

Mulher dá à luz no trabalho sem saber que estava grávida

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia