Por Redação Agora1

A Polícia Federal (PF) pediu a prorrogação de dois inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os pedidos foram apresentados em 2 de outubro, sob sigilo, e ainda aguardam decisão no Supremo Tribunal Federal (STF). A corporação argumenta que precisa de mais tempo para concluir diligências pendentes, esclarecer os fatos e avaliar a necessidade de novas medidas de investigação.
Pedidos de prorrogação são comuns em investigações quando há diligências em andamento ou informações que ainda precisam ser analisadas. A extensão do prazo permite aprofundar as apurações, como ocorreu em outros inquéritos conduzidos pela PF e acompanhados pelo Supremo.
As solicitações foram dirigidas ao ministro André Mendonça, relator dos dois inquéritos, mas os processos estão concentrados no gabinete do presidente do STF, Edson Fachin. Desde setembro, o andamento dos casos depende de uma definição da Presidência da Corte, o que mantém os pedidos de prorrogação sem análise.
Em 12 de setembro, Fachin assumiu a relatoria do procedimento sobre a suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Na mesma decisão, determinou o envio à Presidência dos processos relacionados ao Banco Master e às fraudes no INSS, deixando os casos paralisados até uma nova deliberação.
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