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Polícia Civil indicia idoso que espionava janelas e praticava atos libidinosos em PG 

25 de março de 2026 às 08:39

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Polícia Civil indicia idoso que espionava janelas e praticava atos libidinosos em PG 
Imagem e informações PCPR

A Polícia Civil do Paraná, por intermédio do 2º Distrito Policial de Ponta Grossa, concluiu as investigações sobre a prática sistemática do crime de importunação sexual ocorrida no centro de Ponta Grossa.

O inquérito policial detalha que um homem de 62 anos de idade utilizava o seu veículo para rondar residências durante as madrugadas, aproveitando-se da arquitetura de casas antigas cujas janelas são rentes à calçada.

O investigado aproximava-se das aberturas para observar moradores em sua intimidade enquanto praticava atos de masturbação em plena via pública. A gravidade da situação foi confirmada por registros em vídeo feitos pela filha de um dos noticiantes, uma adolescente de 16 anos de idade, e pelo depoimento de um vizinho, que relatou ter flagrado o suspeito observando o quarto do casal através de uma fresta na cortina logo após ambos saírem do banho.

Assista o video aqui!

Diante da reiteração das condutas, o delegado de polícia responsável pelo caso, com parecer favorável do Ministério Público, representou pela decretação da prisão preventiva do indivíduo para garantia da ordem pública. Contudo, o Poder Judiciário indeferiu o pedido de prisão, sob o argumento de que o investigado é primário e que as condutas, embora reprováveis, não foram praticadas com violência ou grave ameaça.

Em substituição, foram impostas medidas cautelares diversas da prisão ao homem, como o uso de monitoração eletrônica (tornozeleira), recolhimento domiciliar noturno e a proibição total de contato ou aproximação das vítimas e de suas residências.

Posteriormente, o investigado compareceu à delegacia acompanhado de seu advogado, onde foi interrogado, exerceu seu direito constitucional ao silêncio e foi formalmente indiciado pelo crime de importunação sexual, que possui pena de até 5 anos de reclusão. Assim, o inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público local para adoção das providências cabíveis. 

 

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