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PCPR indicia motorista de ônibus após morte de idosa ao desembarcar 

12 de março de 2026 às 12:03

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PCPR indicia motorista de ônibus após morte de idosa ao desembarcar 
Imagem e informações PCPR

 

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa - Setor de Crimes de Trânsito, concluiu o Inquérito Policial que apurou as causas e circunstâncias do sinistro que resultou na morte da passageira Maria Xavier dos Santos, 76 anos, no dia 10/02/26.  

  

De acordo com as investigações, a vítima desembarcava do ônibus de transporte coletivo quando teve sua mão presa na porta do veículo, que se fechou antes que ela concluísse a descida para a calçada. O condutor arrancou o veículo, arrastando a passageira, que acabou caindo e tendo a perna atingida pelo rodado do ônibus. A vítima foi socorrida pelo SIATE de forma consciente, mas acabou falecendo horas depois no hospital. 

  

O laudo de exame pericial trouxe informações importantes para a elucidação do caso: o sistema mecatrônico de segurança do ônibus, conhecido como "Anjo da Guarda", o qual impede a aceleração com as portas abertas, estava em pleno funcionamento. Contudo, por conta da maleabilidade das borrachas da porta, tornou-se tecnicamente possível o aprisionamento de uma parte do corpo da vítima sem que o sistema detectasse a falha ou bloqueasse a movimentação do coletivo. 

  

As investigações demonstraram manifesta imperícia e negligência por parte do motorista, ficando constatado que o condutor agiu de forma precipitada ao confiar exclusivamente no sistema eletrônico do veículo, inobservado o dever inafastável de conferir de forma acurada, através dos retrovisores, se a idosa havia concluído o desembarque em segurança. Diante disso, o condutor foi indiciado por homicídio culposo na direção de veículo automotor, majorado pela prática no exercício da profissão, crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro, com pena que pode chegar a 6 anos de detenção, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor. 

  

Concluídas as diligências, o inquérito policial foi devidamente relatado e encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para a tomada das providências legais cabíveis. 

  

O Delegado Maurício Souza da Luz, que conduziu as investigações, destacou que o simples fechamento automático das portas e a liberação eletrônica da aceleração não eximem os motoristas profissionais do dever inafastável de verificar visualmente a segurança dos passageiros.  

  

A Polícia Civil do Paraná reforça a importância da condução responsável, do dever redobrado de cuidado daqueles que operam transportes coletivos e do estrito respeito às normas de trânsito, a fim de preservar vidas humanas. 

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