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PCPR e Vigilância Sanitária apreendem 161 quilos de carne em Pontal do Paraná

20 de fevereiro de 2025 às 04:15

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PCPR e Vigilância Sanitária apreendem 161 quilos de carne em Pontal do Paraná
Foto: PCPR
Um homem de 36 anos foi preso. A polícia localizou a residência utilizada como depósito, onde a carne era armazenada em diversos freezers sem condições de higiene, violando normas regulamentares como a licença sanitária e sem a presença de responsável técnico.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Vigilância Sanitária, prendeu um homem, de 36 anos, por vender carne sem procedência e imprópria ao consumo e apreendeu cerca de 161 quilos do produto. A ação aconteceu nesta quarta-feira (19), em Pontal do Paraná, no Litoral do Estado.

As investigações começaram após a Vigilância Sanitária informar sobre a venda irregular de carne a preços abaixo da média de mercado e com procedência duvidosa. O vendedor anunciava os produtos nas redes sociais e fazia as entregas por meio de negociações via aplicativo de mensagem, sem possuir um estabelecimento comercial físico.

De acordo com o delegado Anderson Franco, a polícia localizou a residência utilizada como depósito, onde a carne era armazenada em diversos freezers sem condições de higiene, violando normas regulamentares como a licença sanitária e sem a presença de responsável técnico (médico veterinário). No local, a Polícia Científica do Paraná deu apoio à ação.

“A vigilância sanitária inspecionou a carne apreendida, confirmando que estava imprópria para consumo e determinou sua destruição”, explica o delegado.

O homem foi ouvido pela polícia e confirmou que não possuía empresa registrada nem autorização para comercializar o produto. Ele afirmou comprar a carne sem documentos fiscais ou de inspeção por cerca de R$ 17 o quilo, revendendo a R$ 24 o quilo.

“Informou ainda que estava há dois meses no negócio e que vendia aproximadamente 50 quilos por semana. Durante as buscas, também foi encontrado um tablete de cerca de 19 gramas de maconha, que o suspeito alegou ser para consumo próprio”, completa Franco.

O homem foi autuado em flagrante pelo crime de comercialização de mercadoria imprópria para o consumo, com pena prevista de dois a cinco anos, e posteriormente encaminhado ao sistema penitenciário.

A Vigilância Sanitária destinou a carne para a destruição.
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