CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Polícia

MPPR denuncia grupo que aplicava golpe em pessoas que sonhavam com a casa própria

6 de outubro de 2021 às 16:04

Publicidade
MPPR denuncia grupo que aplicava golpe em pessoas que sonhavam com a casa própria
Divulgação
O Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu oito denúncias pela prática de estelionato contra sete investigados. Entre eles, está uma servidora pública municipal (posteriormente exonerada) que prejudicou ao menos 142 pessoas que desejavam comprar casas em conjuntos da Companhia de Habitação (Cohab) da capital. As informações sobre o esquema foram repassadas à Cohab, que abriu procedimento administrativo, e repassou documentos ao MPPR. Nas denúncias, são narrados 77 fatos de estelionato.

Todas as denúncias já foram recebidas pela 7ª Vara Criminal do Foro Central da Região Metropolitana de Curitiba. Atendendo pedido do MPPR, a Vara também deferiu o arresto de bens dos denunciados, no valor de R$ 1.147.496,21.

Como funcionava o golpe – O trabalho de investigação começou durante a instrução de um procedimento investigatório criminal (número MPPR-0046.18.012663-6) em que foi apurado que, entre 2015 e 2017, uma servidora pública municipal, em conluio com outros seis investigados, induziu em erro as vítimas ao apresentar-se como funcionária da Cohab-Curitiba, com poderes para negociar unidades habitacionais da companhia em condições preferenciais. Para agilizar os trâmites de venda dos imóveis, a servidora cobrava dos interessados valores entre R$ 1 mil e R$ 5 mil. Além das cobranças indevidas, apurou-se que, na época dos fatos, a servidora não estava lotada na Cohab (onde já havia trabalhado) e não tinha poder algum para negociar imóveis da empresa pública.

Formação de quadrilha – Também foram apresentadas uma denúncia por organização criminosa e outra por lavagem de dinheiro. Além da servidora, integravam a quadrilha seis pessoas, que, inicialmente, foram vítimas da funcionária pública, mas que, quando viram que não receberiam seus imóveis e que também poderiam lucrar com o golpe, passaram a cooptar novas vítimas e ajudar a servidora pública a enganá-las.

Após receber o sinal do negócio, a funcionária pública – e posteriormente seus comparsas – chegavam a organizar reuniões com os interessados em adquirir imóveis. O intuito era evitar que o golpe fosse descoberto rapidamente.

Acordo de não persecução penal – Um dos investigados teve direito a acordo de não persecução penal. Esse tipo de acordo é permitido nos casos de crimes com pena privativa de liberdade mínima inferior a quatro anos, cometidos sem violência ou grave ameaça, quando houver confissão formal e o acordo se mostrar suficiente para a reprovação e prevenção do delito.

Compartilhe:

Leia também

Homem é morto com mais de 70 tiros dentro de carro no Paraná

Fale conosco

[email protected]

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Carro fica pendurado em estacionamento de prédio em Nova Lima; VÍDEO

2.

Patrulha rural reforça apoio às comunidades atingidas por tornado em Piraí do Sul 

3.

Eleições 2026: propaganda eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)

4.

Quem é Léo Derik, lateral do Athletico condenado a 13 anos por estupro

5.

MST assume autoria de pichações à Embaixada dos EUA

6.

Mulher expulsa marido de casa e mata duas filhas pequenas

7.

CMPDA lança calendário quinzenal de feiras de adoção no Lago de Olarias e recebe doação de acessórios da AgroPet Colônia

8.

Gaeco cumpre 24 mandados em PG e outras 10 cidades e mira crimes cometidos por policiais rodoviários 

9.

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de Mounjaro

10.

Manutenção emergencial interdita rua que liga Olarias a Uvaranas

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia