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Irritado com placar do time, PM de folga mata pai de família por suspeitar que estava armado no Paraná

18 de Julho de 2016 às 08:22




Por Elizangela Jubanski

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Frame do vídeo que circula pela rede social WhatsApp. Foto: Divulgação

Imagens que circulam por meio das redes sociais mostram uma garrafa de água sendo retirada da cintura de Gilson Camargo, morto por um policial militar de folga durante uma partida de futebol, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba. As imagens foram registradas por jogadores que estavam no local. A versão apresentada pelo policial militar é que Gilson estava armado e teria esboçado reação.

Três tiros foram disparos contra o homem, pelas costas, que caiu de bruços, próximo ao estacionamento onde aconteciam os jogos amadores, na rua Júlio Guidolin, no Jardim Santa Rosa, na tarde deste domingo (17). Socorristas do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foram acionados, mas Gilson já estava morto. Assim que os socorristas iniciaram o atendimento, diversas pessoas começaram a registrar o momento.

Dois socorristas se agacham ao lado do corpo – um pelo lado direito e outro pelo lado esquerdo. Um deles encontra a carteira da vítima, com documentos e cartões bancários. Logo depois, do outro lado da cintura, ele retira uma garrafa de água, azul. Testemunhas que estavam no local afirmavam, logo após o crime, que Gilson levava na cintura uma garrafa de água. A suposta arma que Gilson estaria portando, segundo a versão do policial, não aparece nos vídeos.

O policial militar lotado na Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) do 22º Batalhão da Polícia Militar (BPM) foi levado por uma viatura até a Delegacia de Campina Grande do Sul. Uma versão apresentada por grupos de policiais, por meio do WhatApp, de maneira informal, revela que Gilson chegou a sacar a arma, um revolver calibre 38. “O PM solicitou que ele soltasse a arma e diante da negativa e na iminência de ser ferido, efetuou dois disparos de arma de fogo que vieram a atingir o Sr. Gilson”.

Sobre o sumiço da arma, a versão informal do policial é que ele teria retirado do chão e guardado, por questão de segurança, já que várias pessoas teriam começado a se aproximar do corpo. O artigo 347 do Código Penal do Brasil diz sobre a fraude processual, onde consiste em modificar o local do crime, os objetos relacionados ao crime ou mesmo o estado das pessoas envolvidas. A reportagem da Banda B esteve no local e policial militares que estavam no atendimento preferiram não gravar entrevista.

A Banda B conversou com diversas pessoas no local e não encontrou testemunhas que tivessem visto a suposta arma de Gilson. Já procurada pela redação na tarde de ontem, a assessoria da Polícia Militar (PM) informou que está recolhendo informações sobre o caso e que vai se pronunciar nesta manhã.

O representante comercial Gilson Camargo está sendo velado e o sepultamento vai acontecer na Capela Mortuária Jardim Adriana às 15 horas, em Colombo.

As informações são da Banda B Curitiba

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