CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Saúde

SAE é referência no tratamento de Hanseníase na região

27 de maio de 2016 às 08:33

Sabe aquela mancha que apareceu na sua pele e você foi deixando para ver depois? Você sabe que pode ser a doença Hanseníase? Muitas pessoas, por falta de tempo, por não dar a devida importância e por até mesmo preconceito e medo acabam não procurando tratamento para a doença. Ponta Grossa é referência no tratamento gratuito de Hanseníase através do Serviço de Atendimento Especializado (SAE). Se você esta desconfiado daquela mancha branca ou vermelha que insiste em ficar na sua pele, tire a dúvida, vá até a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência e marque uma consulta. Caso prefira, pode ir até o SAE e conversar com os especialistas de lá. “Qualquer pessoa pode ter hanseníase, por isso a importância de conhecer seu corpo e se perceber alguma macha, procure o nosso serviço”, comenta uma das responsáveis pela triagem dos pacientes e auxiliar de enfermagem, Vilma de Moras. O SAE atende hoje, 25 pacientes que estão em tratamento. Estes são enviados pelas UBS, por demanda direta e ainda encaminhados pela 3ª Regional de Saúde. Chegando até o serviço o paciente passará por uma triagem realizada pela equipe de enfermagem, preencherá o cadastro e saíra com consulta agendada para o próximo dia, com médico especialista de dermatologia. Se enquadrado como quadro de Hanseníase, ele já sai com a medicação no dia. Todos os casos de Hanseníase têm tratamento e cura, basta ter o diagnostico precoce.  Além dos tratamentos tradicionais, o SAE oferece a seus pacientes o departamento de fisioterapia, o ambulatório de feridas e uma psicóloga, se necessário. “O tratamento é completo, basta o paciente fazer sua parte e seguir as orientações da equipe. Se eles seguirem tudo corretamente a tratamento terá uma grande evolução”, comenta a fisioterapeuta, Silvana Piurkoski. O SAE oferece vale transporte para todos os pacientes irem para as consultas.



DSC_6269


Foto: Divulgação



Conheça mais a doença


 A doença é complicada, muitas vezes tratada erroneamente como micose. O que difere esta doença de pele de outras é a perda de sensibilidade (ao toque, calor e frio) no local da mancha, e a perda de pelo. Primeiramente, ela atinge a pele e depois os nervos. A única forma de transmissão é pelo ar e pelo convívio prolongado (pessoas que moram na mesma casa). A pessoa pode adquirir o bacilo e ficar por anos incubado, escondido no organismo. Se a imunidade baixar, ela poderá aparecer. Mães gestantes não passam para o bebê. Usar o mesmo talher, copo e ter contato com uma pessoa com Hanseníase não quer dizer que você será contaminado.


Formas de Hanseníase


 A doença tem quatro formas: Indeterminada (quando o indivíduo tem menos de cinco manchas e elas são brancas), tuberculóide (aparecem bacilos, mas em quantidade pequena e vermelhas), dimorfa (lembra um mapa, forma esbranquiçada e as bordas destacadas e são mais de cinco manchas no corpo com formas diferenciadas), virchowiana (hansenomas, a mais forte, a que mais transmite).


Tipos de tratamento


 São dois tipos de tratamento, os dois primeiros citados acima, tem durabilidade de 6 meses com comprimidos diários e também com dose supervisionada, onde o paciente vai todo mês no SAE para tomar a medicação na frente dos técnicos. Assim haverá a garantia que eles tomarão corretamente. As outras duas formas o tratamento tem durabilidade de um ano, dependendo do caso, pode ser prorrogado a medicação. A partir do momento que o paciente começa a tomar a medicação, ele não transmite mais a doença.


Sobre o atendimento no SAE


 O SAE tem uma equipe estruturada, composta por auxiliar de enfermagem, fisioterapeuta, psicóloga, serviço social e médico dermatologista a disposição dos pacientes. Todos que procurarem o serviço passarão por consulta, se houver a suspeita de Hanseníase, será testada a sensibilidade da macha. Além da análise médica, o paciente é submetido a exame laboratorial. Lembrando que também são checados os familiares para saber se alguém já teve a doença na família. Os pacientes também são acompanhados, por cinco anos. Todos têm uma carteirinha para controle de retirada da medicação. Se o paciente não for retirar, o SAE faz a busca ativa. O Serviço ainda tem um o Grupo de Apoio aos portadores de Hanseníase (GAPHAN), com encontros mensais e apoio de acadêmicos de serviço social da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).


Agora 1

Publicidade

Compartilhe:

Leia também

Menina de 4 anos é internada com sinais de embriaguez em SC; mãe é levada à delegacia

Fale conosco

redacao@agora1.info

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Menina de 4 anos é internada com sinais de embriaguez em SC; mãe é levada à delegacia

2.

Em menos de 24 horas, PRF realiza as duas maiores apreensões de remédios para emagrecimento

3.

Athletico-PR vence o Atlético-GO nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

4.

STF apura emenda parlamentar para produtora de filme sobre Bolsonaro

5.

Ligação da Anita Garibaldi evolui e atinge 90% de execução em maio

6.

Ponta Grossa recebe ação de coleta de resíduos eletrônicos neste sábado (16)

7.

Professora é presa após fazer sexo com adolescente: "Marido descobriu"

8.

Homem é preso em rodoviária com cadeira de rodas furtada de UPA

9.

Centenário da Diocese de Ponta Grossa reúne milhares de pessoas no Centro de Eventos  

10.

Nova Lei prevê espaços sensoriais em áreas públicas

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia