CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Política

Ex-prefeito e ex-presidente da Câmara de Prudentópolis são alvos de nova ação da Operação Caçamba

31 de janeiro de 2020 às 04:27

O Ministério Público do Paraná ajuizou, nesta quinta-feira, 30 de janeiro, nova ação civil pública no âmbito da Operação Caçamba, que investiga a atuação de organização criminosa com a participação de agentes públicos em fraudes a licitações no município de Prudentópolis, Sudeste do estado. Na ação – a nona proposta pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) de Guarapuava e pela 1ª Promotoria de Justiça de Prudentópolis – são requeridos o ex-prefeito do Município Gilvan Agibert (2013-2016), o ex-Presidente da Câmara Municipal Julio Makuch (2013-2016) e uma empresa do ramo de segurança por monitoramento eletrônico.

De acordo com as apurações, o então presidente da Câmara de Vereadores era o verdadeiro proprietário da empresa, que manteve contrato com o Município no período de 2009 a 2015. A conduta é proibida pela legislação. As investigações apontaram que as contratações ocorriam a partir do direcionamento das licitações promovidas pela Administração, a partir de acordo com o então prefeito, em troca de favores políticos.

As condutas resultaram em dano ao erário, sendo contabilizado, somente no primeiro contrato firmado irregularmente, um superfaturamento de, aproximadamente, 200%. Em um segundo contrato, foi identificado um superdimensionamento do objeto da licitação, sendo exigido o fornecimento de equipamentos de última geração que, em grande medida, sequer foram fornecidos pela empresa. O prejuízo total calculado foi de R$ 606.128,48, valor que o Ministério Público pede que seja devolvido aos cofres públicos pelos responsáveis. Segundo as investigações, mesmo após a deflagração da operação, ainda em 2015, e a cassação do então prefeito, o ex-presidente da Câmara propôs ao chefe do Executivo que continuassem com o esquema criminoso.

Ao ajuizar a ação, é requerida a decretação liminar de bloqueio de bens de até R$ 1.587.311,18 de cada um dos citados. No mérito, o Ministério Público pede a condenação dos envolvidos às sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, dentre elas a perda da função pública, a proibição de contratar com o poder público e o pagamento de multa civil.

No âmbito criminal, os mesmos fatos foram objeto de ação penal (Autos 0003091-29.2015.8.16.0139), de cuja sentença proferida pelo Juízo – que julgou apenas parcialmente procedente o pedido do MPPR – a Promotoria de Justiça recorreu.

Balanço – Ao todo, a Operação Caçamba já resultou, até o momento, no ajuizamento de cinco ações penais, que tramitam na Vara Criminal de Prudentópolis, e nove ações civis públicas, que tramitam na Vara da Fazenda Pública de Prudentópolis.


Assessoria de Comunicação MPPR
Publicidade

Compartilhe:

Leia também

Operação do Gaeco encontra malas de dinheiro em gabinete de vereador de Curitiba suspeito de rachadinha

Fale conosco

[email protected]

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Terminal Central recebe obras de acessibilidade e modernização a partir desta segunda-feira

2.

TRE reconhece elegibilidade de Jocelito Canto

3.

Morte de servidora causa comoção nas redes sociais em PG 

4.

Neymar não vai a campo em primeiro dia de treinos da seleção

5.

Morre homem baleado durante discussão com ex-mulher em Campo Largo; vídeo mostra crime

6.

Moradores relatam aparições de onças no interior de Prudentópolis 

7.

Câmara de PG terá intérpretes de Libras durante sessões e eventos

8.

Bombeiros salvam bebê engasgado levado ao quartel

9.

Cecon Nova Rússia realiza Baile da Família nesta quarta-feira (27)

10.

Equipes de resgate tailandesas unem esforços para libertar sete pessoas presas em caverna no Laos

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia