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Política

Ditador Nicolás Maduro chega no Brasil para encontro com Lula

29 de Maio de 2023 às 06:04

Ditador Nicolás Maduro chega no Brasil para encontro com Lula
Reprodução
O ditador Maduro está na lista de procurados por tráfico. Ele é acusado em esquema com narcoguerrilheiros para levar grandes quantidades de cocaína para os EUA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou ao Brasil na noite do último domingo (28) para a reunião com Lula (PT) nesta segunda e para a cúpula de líderes da América do Sul (veja vídeo acima).

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, 11 presidentes estarão presentes no evento que deve ocorrer na terça-feira, em Brasília. Em março de 2020, o Brasil retirou seus diplomatas que trabalhavam na embaixada do Brasil na Venezuela, em Caracas, capital do país. O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não reconhecia o governo de Maduro. O DEA, sigla em inglês do temido Drug Enforcement Administration, departamento de combate às drogas do governo dos Estados Unidos, colocou o ditador venezuelano Nicolás Maduro na lista de procurados, sob acusação de narcoterrorismo e lavagem de dinheiro, oferecendo recompensa de US$15 milhões para quem ajude a capturá-lo e US$10 milhões pela prisão de 13 integrantes da cúpula da ditadura.

Fotografias de Maduro e seus cúmplices, na ditadura, foram expostas em cartazes de “procurados” por determinação do procurador-geral americano, William Barr, que reconhece a dificuldade de executar a prisão  dentro da Venezuela.

As acusações contra Maduro preveem penas de 50 anos de prisão. “Maduro implantou deliberadamente cocaína como arma”, acusa o promotor Geoffrey Berman, de Nova York.

Este é o cartaz do DEA pela captura de Maduro.

Os processos resultam de investigação de um esquema, liderado por Maduro com narcoguerrilheiros colombianos das Farc para transferir grandes quantidades de cocaína para os EUA, usando a Venezuela como ponto de conexão. As ações judiciais correm em Miami e Nova York.

Entre os procurados estão o número 2 do chavismo, Diosdado Cabello, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e o presidente do Tribunal Supremo, Maikel Moreno.
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