CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Geral

PF e MPF apuram esquema criminoso envolvendo desembargadores de Minas

18 de Novembro de 2020 às 05:43

O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) cumprem, na manhã desta quarta-feira (18), mandados de busca e apreensão em 12 endereços ligados a sete investigados dentro de um esquema criminoso envolvendo desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

As medidas cautelares foram determinadas pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, que também acatou pedido do MPF e determinou o desmembramento do caso para que três fatos mencionados nas investigações preliminares passem a ser apurados na primeira instância da justiça estadual.

A investigação começou a partir provas recolhidas no âmbito da Operação Capitu. Ao analisar o material apreendido naquela oportunidade, os investigadores identificaram mensagens no telefone celular de um advogado, que indicavam a prática de diversos delitos, sendo alguns com participação de desembargadores do TJMG.

A descoberta fez com que o caso fosse enviado ao STJ, foro para o julgamento de processos contra magistrados de segunda instância. Além da capital mineira, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo.

Cautelares

Ao justificar a necessidade das cautelares, a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, destacou o fato de a autoridade policial ter listado 17 eventos que, conforme avaliação prévia, deveriam ser apurados no STJ.

Fatos incluem pagamentos indevidos a um desembargador


Os fatos incluem pagamentos indevidos a um desembargador para que ele pudesse intervir junto a colegas e até junto a autoridades de órgãos fora do Judiciário para a adoção de medidas de interesse dos envolvidos no esquema.

Também revelam a existência de contratos superfaturados de prestação de serviços por um advogado, que seria o principal operador do grupo.

“No pedido, a subprocuradora apresenta extenso material probatório, incluindo transcrições de mensagens entre os envolvidos, que evidenciam, entre outras irregularidades, conluio entre um desembargador e um advogado.

As conversas tratavam de estratégias jurídicas para, por exemplo, adiar o julgamento de processos na Corte, pedido de interferência em demandas junto ao Executivo e até solicitação de reajuste salarial para uma sobrinha de um desembargador, que trabalhava para um dos grupos empresariais beneficiado pelo esquema. Pela decisão, três dos 17 eventos passam a ser apurados em Minas Gerais”, revelou o MPF.

Compartilhe:

Enviar no Whatsapp

Leia também

Família procura por rapaz desaparecido desde sábado após ir ao shopping em PG 

Fale conosco

redacao@agora1.info

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Estado empossa 224 novos professores para reforçar rede estadual na volta às aulas

2.

Servidor é exonerado ao ser flagrado fazendo sexo em carro de prefeitura

3.

Esposa invade casa da sogra e bate em marido e amante flagrados no Paraná

4.

Salva-vidas morre afogado ao tentar ajudar turista em parque aquático 

5.

Fantasma encara o Independente-AP na segunda fase da Copinha

6.

Guardas Municipais salvam bebê vítima de engasgamento em Ponta Grossa 

7.

Prefeitura de Ponta Grossa inicia programação de 2026 da Estação Hub com workshop de Introdução à Impressão 3D

8.

Governador anuncia investimento de R$ 230 milhões para duplicação da BR-277 trecho entre Palmeira e Irati

9.

Prefeitura entrega notebooks e tablets para fortalecer atendimento nos CRAS de Ponta Grossa

10.

Manoel Carlos, autor de grandes novelas da TV brasileira, morre aos 92 anos no Rio

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Desenvolvido por Flize Tecnologia