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UEPG arrecada 800 kg de alimentos no programa selo social acadêmico

22 de Fevereiro de 2018 - 07:34
Imagem divulgação

Na tarde desta quarta-feira (21), a secretária municipal de Políticas Públicas Sociais, Simone Kaminski, recebeu da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) cerca de 800 kg de alimentos perecíveis. A iniciativa aconteceu através do Selo Social acadêmico lançado em novembro de 2017. A UEPG foi a primeira instituição a realizar uma ação.

Os alimentos serão doados para famílias que necessitam através de programas da própria secretária, como o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) e pelas ações realizadas nas Unidades Móveis. “Essas ações ajudam famílias que procuram os nossos serviços assistências. Perceber que em apenas uma ação já foi possível arrecadar este montante de alimento é satisfatório, pois será através da parceria que conseguiremos ajudar casa vez mais os necessitados”, comenta a secretária, Simone.

Os alimentos foram arrecadados na ‘Acolhida ao Calouro UEPG 2018’, segundo os organizadores, aproximadamente dois mil estudantes foram convidados, alguns levaram os alimentos no dia e outros ficaram de entregar durante a semana. “Todos os aprovados iniciaram o ano letivo e foram convidados a participar da atividade. Os que vieram gostaram da ideia e com toda certeza participação em outras ações como esta. Para nós é recompensador podermos ajudar a população”, destaca o representante da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Milton Anfilo.

Para o reitor da UEPG, Carlos Luciano Vargas, a intenção é fortalecer a parceria e envolver cada vez mais os acadêmicos em ações sociais. “É um ganho para os dois lados, a população mais carente recebe doações e os acadêmicos se unem em prol de um bem maior, seja em doações de alimentos ou em trabalhos voluntários, estágios não obrigatórios”, ressalta.

Sobre o Selo Social Acadêmico

 A iniciativa Selo Social Acadêmico nasceu da ideia de certificar os acadêmicos por projetos e as ações que beneficiem a cidade, e que sejam feitos por eles, através da sua faculdade e/ou universidade. Hoje ela está embasada através da Lei nº 12.857/17, semelhante a do Selo Social tradicional. As atividades podem ser de qualquer forma, em qualquer área da Saúde, Educação, Assistência Social, Meio Ambiente, entre outros.

Para ser certificado basta fazer a inscrição no Selo Social, ai ele acompanhará as ações. A contrapartida das instituições será de disponibilizar horas extracurriculares para os estudantes que participarem, com entrega de certificado. Todo ano terá premiação dos projetos e das faculdades que se envolverem. “Não precisam ser apenas ações especificas, já marcadas pela SMAS, podem ser ações diretas dos acadêmicos, elaboradas por eles. Se assim for é só comunicar o Selo Social e o Conselho competente da ação, como por exemplo, se o projeto for educação, o Conselho de Educação deverá ser informado”, destaca a coordenadora do Selo Social, Amanda Costa.

Redação Agora1
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