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Família de PG pede ajuda para manter tratamento de criança com câncer

4 de agosto de 2020 - 21:24
Arquivo pessoal

A Sara, de apenas 6 anos de idade já é vitoriosa, e trata da doença há mais de um ano.

A menina está fazendo tratamento desde o ano passado contra um Tumor de Wilms (também conhecido como Nefroblastoma) é um tumor maligno originado no rim. É o tipo de tumor renal mais comum na infância e pode acometer um ou ambos os rins.

“Sara teve tumor no rim direito dela, a gente descobriu porque ela estava brincando e não chegou a cair mas torceu digamos assim, a cinturinha e começou a reclamar de dor. O primeiro atendimento que a gente teve, o médico disse que que era fezes e que ela estava precisando ir no banheiro e estava com intestino preso, e receitou até um supositório para ela, só que cinco anos da vida da minha filha ela nunca precisou. Daí foi uma cliente minha amiga que consultou a Sara e pediu para a gente tirar um ultrassom e apareceu porque estava com aproximadamente 6 centímetros e neste mesmo dia a minha amiga conseguiu encaminhamento para o Pequeno Príncipe em Curitiba”, disse a mãe.

A criança iniciou o tratamento oncológico no dia 13 de julho de 2019 em Curitiba e fez quatro sessões de quimioterapia para tentar diminuir o tamanho do tumor e realizar a cirurgia, porém em vez de diminuir, o tumor aumentou consideravelmente, passando de 6 para 15 centímetros e um mês depois os médicos resolveram retirar o rim e o tumor, mas ele rompeu dentro da cava abdominal e ficou um pedaço desse tumor na capa principal. “Foi o que o médico explicou para a gente, ele decidiu deixar a capa do tumor porque estava na veia cava e o risco de hemorragia era maior do que acabar depois com as quimios”, afirmou a mãe.

Arquivo família

Sara iniciou 30 ciclos de quimioterapia a cada 21 dias ela ia três dias realizar a quimioterapia. “A gente se revezava eu e meu esposo, ele ficava em Ponta Grossa e eu ia para Curitiba. No começo a gente conseguiu ir com o carro da prefeitura só que as vezes ia só pessoas com a imunidade baixa junto no carro, então a gente resolveu pegar o carro nosso de uso pessoal, para poder ir para lá e dar uma comodidade melhor para ela porque ela nos três dias de quimioterapia, ela saia vomitando, passando mal e não tinha como fazer e às vezes a gente tem que sair de Ponta Grossa para Curitiba, então não dava mais e ficava mais difícil”, conta a mãe.

Sessões quimioterapia Sara

No último mês de junho terminou as sessões de quimioterapia da Sara, porem outro exame revelou uma mancha no fígado que pode ter sido devido a quimioterapia ou outro tumor o que será revelado amanhã quarta-feira (05), quando a Sara irá fazer uma tomografia.

“Meu esposo trabalha só que o salário dele vem pouco devido a pandemia, meu trabalho como manicure também é muito relativo porque não é fixo né não recebo um fixo. Minha mãe e meu pai como aposentados usam o dinheiro deles no tratamento da minha mãe. Meu sogro e minha sogra também são humildes, então é bem difícil; tudo que eu pude fazer eu fiz e sei que todo mundo está passando por uma fase difícil agora, mas a gente já não tem mais o que fazer. Não é só questão financeira, é emocional também. Quem quiser orar por nós, pedir por nós e tiver mentalizando energias boas, positivas, a gente está totalmente aberto com nossos corações abertos para receber estas energias e orações. E agradeço a oportunidade de todos por escutar a história da minha filha”, disse a mãe Lais Priscila Isaias

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Redação Agora1
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