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Suspeitos de coronavírus em Ponta Grossa devem procurar a UPA Santa Paula

2 de abril de 2020 - 20:13
Da assessoria Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

Por Rafisa Ramos

Cada estabelecimento ficou responsável por um público. A medida foi adotada ontem (1) e a população deve ficar atenta 

Devido a pandemia do novo coronavírus a Fundação de Saúde (FMS) passou a realizar mudanças nos fluxos de atendimentos dos pacientes, envolvendo a Atenção Básica, Especializada e de Urgência e Emergência.  Diante do cenário atual mais uma alteração foi necessária desde a última quarta-feira (1).

Agora, todas as pessoas que necessitarem de atendimento à saúde, por estarem com sintomas respiratórios, devem se dirigir a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e não ao Hospital Municipal Amadeu Puppi (HMAP), este ficará responsável pelo restante dos casos.

A UPA é uma das estruturas de referências para a comunidade e começará a atender apenas pacientes com sintomas respiratórios, seja coronavírus ou não. Este atendimento será exclusivo neste local, não mais no HMAP, portanto a população que tiver problemas respiratórios como gripe, tosse, dor de garganta, entre outros, deve procurar as Unidade Básica de Saúde (UBS) ou a UPA Santa Paula, não podendo mais procurar o Hospital Municipal.

“Tomamos esta conduta para a população não se misturar e consequentemente não se contaminar de forma cruzada, por exemplo, você chega no HMAP para ser atendido por um problema de cólica renal e se tiver outros pacientes lá com suspeita do novo coronavírus, você pode se contaminar, por isso estamos separando a população para este atendimento”, explica o secretário adjunto de Saúde, Dr. Rodrigo Manjabosco.

Os demais atendimentos serão realizados o HMAP para adultos e no Hospital Municipal João Vargas de Oliveira para crianças. O HM atenderá casos como: cólica renal, biliar, problema fígado, dor de estomago, febre em decorrência de infecção urinaria, cirurgias de urgência e emergência, tanto ortopédicas quanto clinicas, por exemplo, apendicite, hérnia umbilical, fratura leve. “É importante a gente entender que desta maneira conseguiremos diminuir a exposição da população em relação ao vírus, e manter a segurança para quem está sendo atendido por outras situações de saúde no HM”, completa Manjabosco.

Redação Agora1
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