CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Saúde

Rússia inicia transferência tecnológica para produzir vacina contra covid no Brasil

19 de outubro de 2020 às 13:58

Publicidade
Rússia inicia transferência tecnológica para produzir vacina contra covid no Brasil
Imagem e informações Agencia Brasil

Processo deve ser acelerado devido à pandemia


Acordo entre o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) e a farmacêutica União Química pode permitir que a empresa produza no Brasil, ainda este ano, a vacina contra covid-19 desenvolvida na Rússia. Em entrevista coletiva de imprensa, o diretor executivo do fundo russo, Kirill Dmitriev, destacou que o processo de transferência de tecnologia já começou e, apesar de costumar durar até seis meses, deve ser acelerado devido à pandemia. 

A produção da vacina russa também deve ocorrer na Coréia do Sul, na China e na Índia, país em que os lotes também devem começar a ficar prontos neste ano. Sobre a América Latina, Dmitriev afirmou que o Brasil é um parceiro confiável e com um mercado importante e antecipou que novos acordos devem ser anunciados com o Peru e a Argentina. O executivo afirmou que os países devem buscar construir um portfólio próprio com mais de uma opção de vacina e defendeu que a tecnologia utilizada pelos russos esteja entre elas.

A vacina russa contra a covid-19 é chamada de Sputnik V e está em desenvolvimento pelo Instituto de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya. A vacina utiliza a tecnologia de vetor viral, em que outro tipo de vírus é modificado e utilizado para transportar informações genéticas do novo coronavírus. Também funcionam dessa forma as vacinas da AstraZeneca/Oxford, da Johnson & Johnson e da Cansino.

A Sputnik V, entretanto, é a única entre elas a usar dois tipos diferentes de adenovírus humano como vetores virais, um em cada uma das duas doses previstas. As demais vacinas desse tipo utilizam apenas um tipo de adenovírus, humano ou de chimpanzé, para carregar informações genéticas do novo coronavírus e desencadear a resposta imunológica do organismo.

Durante a entrevista coletiva, o pesquisador Denis Logunov explicou que a estratégia de usar dois adenovírus diferentes busca produzir uma imunidade mais duradoura. Logunov também afirmou que os testes clínicos na Rússia não precisaram ser interrompidos até o momento por qualquer ocorrência de efeitos adversos graves, e foram registrados apenas sintomas leves, como febre ou dor no local da aplicação.

Compartilhe:

Leia também

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de Mounjaro

Fale conosco

[email protected]

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Manutenção emergencial interdita rua que liga Olarias a Uvaranas

2.

CMPDA lança calendário quinzenal de feiras de adoção no Lago de Olarias e recebe doação de acessórios da AgroPet Colônia

3.

MST assume autoria de pichações à Embaixada dos EUA

4.

Quem é Léo Derik, lateral do Athletico condenado a 13 anos por estupro

5.

Eleições 2026: propaganda eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)

6.

Mulher expulsa marido de casa e mata duas filhas pequenas

7.

Gaeco cumpre 24 mandados em PG e outras 10 cidades e mira crimes cometidos por policiais rodoviários 

8.

Patrulha rural reforça apoio às comunidades atingidas por tornado em Piraí do Sul 

9.

Carro fica pendurado em estacionamento de prédio em Nova Lima; VÍDEO

10.

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de Mounjaro

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia