CelebridadesCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Saúde

Boletim aponta crescimento de casos de dengue no Paraná

12 de fevereiro de 2019 às 15:56

Um segundo município paranaense entrou nesta semana em situação de epidemia de dengue. O boletim semanal traz a ocorrência de 13 novos casos autóctones da doença em Lupionópolis, onde já existiam dois.

A cidade fica na região metropolitana de Londrina, onde o número de infectados também aumentou em 41 casos autóctones, o que significa que a infecção ocorreu no próprio município. Uraí, que já estava em situação de epidemia, apresenta 8 casos novos. Para esta região está programado o uso de fumacê para reduzir a infestação de mosquitos.

No total, o Paraná soma 288 casos de dengue autóctones (eram 193 na última semana). São 56 municípios com casos autóctones e 72 com casos confirmados, ainda que importados.

Devido ao surto de chikungunya no Pará, o Paraná tem três casos importados da doença em pessoas que viajaram para aquele Estado, um em Foz do Iguaçu, outro em Curitiba e o terceiro em Medianeira. Já quanto à dengue, Foz registra 25 casos autóctones e cinco importados.

CUIDADOS – A Secretaria de Estado da Saúde vem insistindo bastante na conscientização da população, para que atue na eliminação de criadouros do mosquito Aedes egypti, transmissor da dengue. Eles se reproduzem em todo tipo de água parada, em pratos de plantas, lixo abandonado em terrenos baldios, garrafas, bebedouros de animais ou objetos abandonados em quintais.

A proliferação do mosquito transmissor aumenta muito no verão. Os casos mais graves da doença costumam ocorrer em determinados grupos de risco, composto por idosos, gestantes, lactentes menores (29 dias a 6 meses de vida), dependentes químicos e pessoas com algum tipo de doença crônica pré-existente, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, anemia falciforme, doença renal crônica, entre outras.

A orientação é que todos busquem atendimento de saúde tão logo apresentem os primeiros sintomas. O diagnóstico precoce e o tratamento em tempo oportuno reduzem significativamente as chances de agravamento do caso.

Os sintomas são febre acompanhada de dor de cabeça, dor articular, dor muscular e dor atrás dos olhos ou mal-estar geral. Esses sinais não podem ser desprezados.

O verão, com temperaturas mais altas e o clima chuvoso, propicia o acúmulo de água e o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, a zika e a chikungunya. E quem viaja deve redobrar os cuidados para evitar o avanço da doença, tanto no seu imóvel, que ficará desabitado, como na casa eventualmente alugada para a temporada.

da assessoria
Publicidade

Compartilhe:

Leia também

Ministério da Saúde suspende vacina da dengue do Butantan após o registro de duas mortes suspeitas

Fale conosco

[email protected]

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

VÍDEO: turista se pendura em passarela e pula nas águas das Cataratas do Iguaçu para pegar celular

2.

Jovem é prensada por van e morre após visitar filho internado na UTI

3.

Canadá e EUA abrem as portas para o 2º dia da Copa do Mundo

4.

Polícia civil realiza operação contra ameaça de massacre em escolas de PG 

5.

Usuários relatam instabilidade no Facebook e Instagram 

6.

Programa 'Recomeçar Ponta Grossa' é aprovado pela Câmara Municipal

7.

Obras de asfalto novo avançam no Ouro Verde e Santa Tereza

8.

Flávio Bolsonaro protocola notícia-crime contra Lula no STF

9.

Ministério da Saúde suspende vacina da dengue do Butantan após o registro de duas mortes suspeitas

10.

Governo inaugura Museu Satélite Casa Alfredo Andersen em Ponta Grossa

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia