Por Redação Agora1

No último domingo (4), Deltan Dallagnol (Novo) conquistou nas urnas a cadeira no Senado Federal pelo Paraná. Ganhou, mas ainda não levou. A decisão, que deveria ser do eleitor paranaense, poderá ser revista. O processo encabeçado pelo PT que questiona a elegibilidade de Deltan foi pautado para a sessão desta quinta-feira ( pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A soberania popular passará pelo escrutínio dos ministros do TSE. Estarão em jogo a validade do voto de 2.904.594 paranaenses. O candidato do Novo disputou a eleição com uma liminar do presidente da Corte Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques.
Foi Nunes Marques quem minutos antes do início da abertura das seções de votação cassou a decisão do ministro relator Floriano de Azevedo Marques que tirava Deltan da eleição.
É esta decisão, negativa a Deltan, que será julgada nesta quinta pelos demais ministros. A maioria deles, aliás, votou pela suspensão da campanha do candidato do Novo na reta final da disputa pelo Senado no Paraná. O placar foi de 5 a 2.
Por isso, em tese, a maior probabilidade seria de manutenção do entendimento de Floriano Marques, pela inelegibilidade de Deltan, cassando os 2.904.594 de votos dos eleitores do ex-procurador da República e decretando novas eleições para o preenchimento da vaga.
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