CelebridadesCinemaCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Política

STF tem dois votos para condenar Collor por corrupção

Por Redação

STF tem dois votos para condenar Collor por corrupção
Reprodução Facebook

Após votação, sessão foi encerrada e será retomada nesta quinta.


O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou nesta quarta (17) dois votos a favor da condenação do ex-senador Fernando Collor por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Além do relator, ministro Edson Fachin, que se manifestou no início da sessão pela condenação a 33 anos e 10 meses de prisão, Alexandre de Moraes também votou pela condenação, mas ainda não se manifestou sobre a pena final. Dois ex-assessores de Collor também podem ser condenados.

Após os votos dos ministros, a sessão foi encerrada e será retomada hoje (18).

A Corte julga uma ação penal aberta em agosto de 2017. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente da República teria recebido propina pela influência política na BR Distribuidora. Os crimes teriam ocorrido entre 2010 e 2014.

No entendimento do Moraes, Collor e outros dois assessores solicitaram propina ao delator Ricardo Pessoa, ex-diretor da UTC Engenharia, em troca de vantagens indevidas.

O ministro citou operações financeiras de Collor consideradas pela investigação como lavagem de dinheiro e o uso recursos desviados para compra de carros de luxo, como uma Lamborghini, duas Ferraris e um Porsche que foram apreendidos pela Polícia Federal.

"Há uma centena de crimes de lavagem [de dinheiro] imputados aos réus. Se estrutura a análise em cinco vertentes. A ocultação de valores, mediante depósitos fracionados em dinheiro nas contas bancárias pessoais e na pessoa jurídica, conjuntamente com celebração de empréstimos fictícios para conceder aparência de licitude desses recursos", concluiu.

Defesa

O advogado Marcelo Bessa pediu a absolvição de Collor. O defensor afirmou que as acusações da PGR estão baseadas em depoimentos de delação premiada e não foram apresentadas provas para incriminar o ex-senador.

Bessa também negou que o ex-parlamentar tenha sido responsável pela indicação de diretores da empresa. Segundo ele, os delatores acusaram Collor com base em comentários de terceiros.

"Não há nenhuma prova idônea que corrobore essa versão do Ministério Público. Se tem aqui uma versão posta, única e exclusivamente, por colaboradores premiados, que não dizem que a arrecadação desses valores teria relação com Collor ou com suposta intermediação desse contrato de embandeiramento", afirmou.
Publicidade

Compartilhe:

Leia também

Alcolumbre anuncia sessões para discutir e votar fim da escala 6x1

Fale conosco

[email protected]

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Brasileira assassina filha e se mata após perder disputa de guarda nos EUA

2.

PGR concorda com visita de Flávio Bolsonaro ao pai

3.

Secretária de Assistência Social de São João é encontrada morta em casa de veraneio

4.

Polícia Civil conclui inquérito de acidente com 23 mortes na BR-373 e aponta culpa de ambos os motoristas 

5.

São Paulo segura Corinthians e é campeão brasileiro pela 1ª vez

6.

Prefeitura tem mais de R$ 40 milhões em obras de asfalto prontas para contratação

7.

Canta PG reúne corais do Conservatório no Ópera 

8.

Casal adota três irmãos no Paraná; “ganhei na loteria disse a nova mãe” 

9.

Cansado da mulher, homem pede para ser preso em Santa Catarina

10.

Prefeitura de Ponta Grossa inicia vacinação com Pneumo 20 para idosos a partir de 85 anos

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • Contato
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia