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Manifestantes usam lixeira para divulgar protestos na cidade; diz secretario

14 de junho de 2019 - 10:22
Reprodução

A denúncia partiu do Secretário de Obras do Município de Ponta Grossa, Marcio Ferreira.

Mobilização foi convocada contra cortes na educação e a reforma da Previdência.

No início da manhã, os efeitos da paralisação eram sentidos nas grandes cidades principalmente no transporte público e com o fechamento de vias.

Somente parte das linhas de ônibus, trem ou metrô funcionavam em capitais como São Paulo, João Pessoa, Curitiba, Maceió e Salvador. No Rio, protestos bloquearam vias da cidade.

Em Ponta Grossa, alguns manifestantes colocaram fogo em frente a garagem dos ônibus da empresa do transporte coletivo (VCG). Os ônibus começaram a circular com dez minutos de atraso, segundo a empresa.

Em apoio à greve geral marcada por sindicatos, partidos e entidades estudantis para a sexta-feira (14), parlamentares de oposição, especialmente dos partidos PT, PDT e PSOL, além dos perfis da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), convocaram a população para esta sexta-feira (14), greve nacional em todo o país.

Os meios de comunicação foram as redes sociais e cartazes colocados em locais de grande concentração de pessoas. Em Ponta Grossa o Secretário de Obras, Marcio Ferreira, denunciou através das redes sociais a falta de respeito dos manifestantes.

“Total falta de respeito, grevistas usando nossas lixeiras para seus protestos, isso é patrimônio público, não é local para manifestações de qualquer ato político”, disse Marcio

Redação Agora1
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