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Polícia

Vereador de Castro é acusado de matar empresário com tiro dentro de condomínio, em PG

Por Redação

Vereador de Castro é acusado de matar empresário com tiro dentro de condomínio, em PG
presidente da Câmara Municipal de Castro, Neto Fadel - Foto Reprodução
Neto Fadel chegou a ser detido, porém foi liberado, após ser ouvido pela policia.

Um homem, de 32 anos, morreu vítima de disparos de arma de fogo, nesta quarta-feira (20), em Ponta Grossa. A vítima é Guilherme Becher, que teria sido baleado em um condomínio localizado nas proximidades da Maltaria Campos Gerais.

Os tiros contra Guilherme ocorreram depois de uma discussão. O empresário chegou a ser socorrido e encaminhado para uma casa hospitalar de Ponta Grossa, mas não resistiu e veio a óbito na noite desta quarta-feira.

A Polícia Civil de Ponta Grossa instaurou Inquérito Policial visando apurar as circunstâncias da morte de Guilherme de Quadros Becker. As informações iniciais dão conta que a vítima, em um primeiro momento, teria realizado disparos de arma de fogo em direção a residência da família de Miguel Zahdi Neto, supostamente por estar incomodado com o barulho do quadriciclo que era utilizado por crianças que estavam se divertindo no local.

Na sequência, após familiares e amigos de Miguel tentarem conter a situação, Guilherme teria sacado duas armas de fogo, uma pistola 380 e um revólver de calibre 38 - apreendidas no local - e efetuado diversos disparos de arma de fogo em direção aos presentes.

Neste momento, as testemunhas relataram que, visando repelir a injusta agressão, Miguel, que possui autorização de porte de arma de fogo, teria efetuado disparos em direção a Guilherme, que acabou atingido, sendo socorrido com vida pelos presentes, mas entrando em óbito horas depois no Hospital Bom Jesus.

O vereador Miguel e seus familiares compareceram na unidade policial e prestaram todos os esclarecimentos sobre os fatos. Após ouvir os envolvidos, avaliando a presença de indícios que apontam que os disparos realizados contra Guilherme se deram em contexto de legitima defesa, o Delegado Luís Gustavo Timossi, decidiu não atuar Miguel, que acabou sendo liberado.

A motivação do crime será apurada pela Policia Civil.
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