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Policia Civil busca identificar responsáveis por suposto ‘esquema de pirâmide’, em PG

Por Redação

Policia Civil busca identificar responsáveis por suposto ‘esquema de pirâmide’, em PG
Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/u_6af2f287zu-34665159/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=8836903">u_6af2f287zu</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=8836903">Pixabay</a>
Um suposto esquema de pirâmide, com várias pessoas lesadas, chegou à Polícia Civil de Ponta Grossa nesta terça-feira (2). A informação foi confirmada pelo delegado Gabriel Munhoz, responsável pelas investigações do caso. A situação veio à tona após inúmeras pessoas denunciarem prejuízos financeiros aos agentes de segurança. Entre os ‘cabeças’ do suposto esquema, estaria um empresário de Ponta Grossa.

De acordo com os relatos encaminhados ao Portal aRede, a Polícia Civil confirmou o início das investigações e que, “em tese”, já saberia “quem são os cabeças dessa pirâmide”. Além disso, vítimas também já foram acionadas para realizarem oitivas, nesta semana, sobre a situação. “Vai ser instaurado um inquérito por estelionato e crime contra a economia popular”, diz o delegado

NOTA À IMPRENSA

Devido a grande repercussão causada pelos recentes acontecimentos relacionados a um suposto “esquema de pirâmide” perpetrado na cidade de Ponta Grossa/PR, a Polícia Civil informa que desde as primeiras informações recebidas sobre o caso já realizou diversas diligências tanto para identificar os responsáveis, como também para individualizar o maior número possível de vítimas.

Mesmo em um curto espaço de tempo já foi possível investigar informações relevantes para elucidação do caso, incluindo a identificação de vítimas que serão ouvidas quase na totalidade ainda nesta semana. Após oitiva das vítimas, o Inquérito Policial poderá avançar e as medidas cabíveis serão tomadas contra os responsáveis.

De plano, revela-se ao menos a ocorrência de crimes contra a economia popular e também o crime de estelionato, cujas penas somadas podem chegar a 07 (sete) anos de prisão.

Por fim, a PCPR orienta a população a JAMAIS adentrar em qualquer “esquema” ou “investimento” que faça promessas irreais de lucro ou ganho de capital de forma rápida e anormal das oferecidas no mercado financeiro, vez que tais promessas não passam de um mero atrativo criado propositalmente pelos golpistas/criminosos para angariar o maior número possível de vítimas e consequentemente de lucro.

Gabriel Munhoz - Delegado de Polícia

 

Informações Portal aRede
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