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Operação policial apreende drogas e celulares no Hildebrando de Souza

13 de agosto de 2019 - 06:57
Depen recolhe mais de 20 celulares em ações de revista em unidades prisionais de Ponta Grossa e Curitiba

O Departamento Penitenciário do Estado do Paraná desencadeou, nesta segunda-feira (12/08), a Operação Nous na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa, e a operação Esparta na Casa de Custódia de Curitiba. Ao todo, foram recolhidos 23 celulares, 26 chips telefônicos, cinco pedaços de ferro e dois estoques, além de outros materiais não permitidos nas unidades prisionais. O material apreendido foi encaminhado ao Setor de Inteligência do Depen.

Em ambas as operações, que contaram com apoio de equipes do Setor de Operações Especiais (SOE) do próprio Depen, das polícias Militar e Civil, além de um apoio da Guarda Municipal (no caso de Ponta Grossa), foram vistoriados 2.200 presos. “A inspeção e a presença constante nos estabelecimentos penais das equipes especializadas do Departamento Penitenciário têm sido a marca das nossas ações deste ano de 2019”, afirmou o vice-diretor do Depen, Thorstein Ferraz.

Na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, onde 500 presos passaram pela revista, foram apreendidos 22 aparelhos celulares; 26 chips telefônicos; quatro cartões de memória; cinco fones de ouvido; 11 carregadores; 22 cabos USB; uma bateria de celular; três cachimbos artesanais; duas facas artesanais; duas alianças; uma máquina de solda artesanal; quatro porções de maconha, três pendrives e uma porção de haxixe. Os materiais apreendidos foram recolhidos ao Setor de Inteligência do Depen.

“Durante as atividades, dois presos que ofereceram resistência às equipes, foram contidos por arma não letal nas pernas, medicados e passam bem”, contou o coordenador regional do Depen de Ponta Grossa, Luiz Francisco da Silveira.

Na Casa de Custódia de Curitiba, o Depen revistou 1.700 presos e apreendeu um aparelho celular e cinco pedaços de ferro, além de carregadores e pedaços de outros aparelhos telefônicos que foram destruídos pelos presos. “A retirada de barras de ferros e estoques das unidades prisionais traz mais segurança para o convívio entre os detentos, pois estes materiais podem ser usados como armas”, afirmou Thorstein.

A ação de revista em Ponta Grossa foi denominada “Operação Nous” termo Grego que significa conhecimento. Já em Curitiba, foi batizada de Esparta, nome da cidade da Grécia antiga, que possuía exército conhecido pela força guerreira, austera e firme.

Redação Agora1
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