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Polícia

Edison Brittes é condenado a 42 anos de prisão pelo assassinato do jogador Daniel

20 de Março de 2024 às 17:35

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Edison Brittes é condenado a 42 anos de prisão pelo assassinato do jogador Daniel
Reprodução
O júri popular dos sete acusados de envolvimento na morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, ex-São Paulo, Botafogo e Coritiba, em outubro de 2018, chegou ao fim na noite desta quarta-feira. Edison Luiz Brittes Júnior, réu confesso e principal acusado da morte do jogador, foi condenado a 42 anos, 5 meses e 25 dias de prisão por homicídio triplamente qualificado pelo assassinato. Cabe recurso. A sentença foi lida pelo juiz Thiago Flores Carvalho, que conduziu o julgamento no Fórum de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Cristiana Rodrigues Brittes: foi condenada a 6 meses de detenção e 1 ano de reclusão. A esposa de Juninho Riqueza foi acusada de homicídio qualificado (motivo torpe), fraude processual, corrupção de menor e coação do curso do processo; Allana Emilly Brittes: foi condenada a 6 anos, 5 meses e 6 dias de reclusão. A filha do casal Cristina e Edson Brittes respondeu por coação do curso do processo, fraude processual e corrupção de menor

David Willian Vollero Silva: não atribuíram autoria ao réu. Ex-namorado de Allana, ele foi acusado de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e ocultação do cadáver;

Leia a noticia completa no g1

Eduardo Henrique Ribeiro da Silva: reconheceram existência dos fatos, mas não atribuíram autoria ao réu. Primo de Cristiana Brittes, ele respondeu por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), ocultação do cadáver e corrupção de menor;

Ygor King: reconheceram existência de fato, mas não atribuíram autoria ao réu. Amigo de Allana, ele respondeu por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e ocultação do cadáver;

Evellyn Brisola Perusso: foi absolvida. "Ficante" de Daniel no dia do crime, ela foi acusada de fraude processual; corrupção de menor; coação do curso do processo.

Daniel, então com 24 anos, jogava no São Bento e foi encontrado parcialmente decapitado e com o pênis decepado, em 27 de outubro de 2018, perto de uma estrada rural na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
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