CelebridadesCinemaCuriosidadeEsporteEventos GeralMundo MúsicaObrasPatrocinadosPolíciaPolíticaSaúdeSocial Tecnologia
Publicidade
Geral

Três concessionárias estão impedidas de contratar com o Estado

Por Redação

A resolução da Controladoria-Geral do Estado que suspende a participação de três concessionárias em licitações e outros contratos tem o objetivo de preservar os recursos do Estado e a idoneidade em futuras contratações. As empresas afetadas pela medida são Rodonorte, Ecovia e Ecocataratas, mas a CGE continua a conduzir processos de investigação preliminar.

O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, explicou que a decisão foi tomada depois de análise do caso concreto e de outros elementos e fundamentos. “Nós nos baseamos no reconhecimento da prática de fraude por parte das empresas, na inexecução do contrato de concessão e nos elementos trazidos pelo processo de investigação preliminar, feito pela equipe da CGE”, disse Siqueira.

A decisão é temporária e de âmbito estadual. No fim do processo administrativo de responsabilização em curso, ela poderá ser confirmada dentro dos limites das leis Anticorrupção e Lei de Licitações, ou deixa de ter efeitos. As três empresas firmaram acordo de leniência com o Ministério Público Federal, em que admitiram irregularidades, mas seguem sob investigação de responsabilidades pela CGE.

“O Estado precisa ter segurança de integridade e ética, na relação com as empresas que vier a contratar. Até o momento, os elementos que essas empresas trouxeram durante o processo de investigação preliminar foram frágeis e vazios para que pudéssemos ter entendimento diferente que o da suspensão da participação delas em novos contratos”, esclareceu Siqueira.

A Resolução 67 foi publicada pelo Diário Oficial do Estado em 20 de dezembro. Quanto às outras concessionárias, Siqueira explicou que os elementos levantados, até agora, na investigação preliminar não davam segurança jurídica para aplicar a mesma medida.

COMPLIANCE – A decisão segue princípios de compliance, que tem sua base na análise da matriz de riscos. Foi esse estudo, conforme o controlador-geral, que mapeou riscos à reputação, às finanças e à administração do Estado caso essas empresas voltassem a assinar contratos com órgãos estaduais.

“Uma das medidas de mitigação de risco é o afastamento dessas empresas de qualquer procedimento ou contratação com o Estado do Paraná. Essa é uma prática de integridade”, disse Siqueira.

O controlador-geral completou que, além do mapeamento de riscos a que a administração pública está suscetível, outros pilares do Programa de Integridade e Compliance são a investigação e controle internos. “O risco de as empresas poderem agir da mesma forma ou cometerem os mesmos atos é grande, pelos elementos que dispomos até agora”.
Publicidade

Compartilhe:

Leia também

Família procura por rapaz desaparecido desde sábado após ir ao shopping em PG 

Fale conosco

[email protected]

Previsão do Tempo

Carregando...

Cotação A1

Carregando...

10+ Lidas

1.

Audiência pública dá início à revisão do Plano de Habitação de Interesse Social de Ponta Grossa

2.

Maringá FC enfrenta a Ferroviária neste sábado em busca do título inédito do Campeonato Brasileiro da Série C

3.

Datafolha e Quaest, apontam Flávio Bolsonaro com 51%; e Lula, 49%;  

4.

Após chuva intensa atingir o Paraná, Estado trabalha na desobstrução das rodovias

5.

Professora é morta e tem corpo abandonado em área de mata 

6.

Abordagem Social orienta comerciantes sobre atendimento às pessoas em situação de rua

7.

Abordagem Social orienta comerciantes sobre atendimento às pessoas em situação de rua

8.

Fifa anuncia EUA como sede da 1ª Copa do Mundo de Clubes Feminina

9.

Prefeitura libera tráfego no Túnel do San Martin nesta segunda-feira (19)

10.

Cansado da mulher, homem pede para ser preso em Santa Catarina

Institucional

  • Anuncie Conosco
  • Contato
  • O Portal

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia