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Procon fiscaliza correspondentes bancários em Ponta Grossa

10 de outubro de 2019 - 15:51
Divulgação

O Procon de Ponta Grossa, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública (SMCSP), foi às ruas para fiscalizar correspondentes bancários na região Central.

A iniciativa, promovida, na tarde de ontem (09), teve como objetivo verificar o cumprimento das diretrizes e regras pertinentes a esses estabelecimentos. Cerca de 25 integrantes do Procon participaram da ação, que fiscalizou mais de 20 espaços na região Central da cidade.

Segundo o coordenador do Procon, Leonardo Werlang, a ação atende um tipo específico de estabelecimento que tem gerado muitas reclamações. “É um setor da economia que tem gerado muito descontentamento com os idosos e tem descumprido o Código de Defesa do Consumidor de maneira reiterada”, relata Werlang.

Durante a ação, que contou com o apoio da Guarda Municipal e da Polícia Civil, as equipes do Procon Ponta Grossa aplicaram um questionário desenvolvido em conjunto com a Procons Brasil, associação que congrega os mais de 900 Procons no Brasil. “O questionário indica vários requisitos que esses estabelecimentos precisam cumprir, como detalhamento de tarifas, crachá nos atendentes, certificação pela Febraban, entre outros”, explica Werlang.

Ao final de cada processo de fiscalização dos correspondentes, o Procon Ponta Grossa  apresentou as irregularidades que devem ser corrigidas pelos estabelecimentos. Todos os locais visitados apresentaram alguma situação em desacordo com as normativas do Banco Central ou do Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com o órgão, os estabelecimentos terão um prazo de, no máximo, 30 dias para se adequarem às normas. Após esse período, eles  passarão por outra inspeção do Procon e, caso ainda apresentem problemas, poderão sofrer sanções administrativas de multa e até interdição do estabelecimento, conforme previsto na legislação.

Para Werlang, o cumprimento das regulamentações acarreta inclusive na melhora da relação com o cliente. “Na medida em que as empresas acatam e se adequam a essas regulamentações, além de trazer informações mais claras e ostensivas, os consumidores se beneficiam por serem atendidos apenas por correspondentes que respeitem a lei e o consumidor”, finaliza.

Redação Agora1
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