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Prefeitura acata valor sugerido pelo CMT para tarifa do transporte coletivo

8 de Fevereiro de 2018 - 11:38
Imagem divulgação

A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa informa que acatou a sugestão do Conselho Municipal de Transporte (CMT) para o repasse da variação de custos da passagem do transporte coletivo municipal.

A nova tarifa deve vigorar a partir da 0h de domingo, dia 11, e será de R$3,80.

O valor ficou abaixo dos índices levantados pela Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT).

O repasse dos valores foi analisado pelo CMT, com notório saber técnico, formado por entidades representativas da sociedade, como a Ordem dos Advogados do Brasil, Câmara dos Dirigentes Lojistas, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Concessionárias do Serviço de Transporte Coletivo de Passageiros, Associação dos Usuários do Transporte Coletivo de Ponta Grossa, Sindicato das Empresas de Transporte de Carga, União das Associações de Moradores, Viação Campos Gerais, Associação dos Engenheiros e Arquitetos, Autarquia Municipal de Trânsito e Secretaria de Planejamento, que aferiu os dados apresentados na planilha pelo órgão gestor do transporte coletivo e, por ampla maioria, chegou ao valor da nova tarifa de R$3,80.

Foram realizadas duas reuniões do Conselho e o valor aprovado foi abaixo do proposto para o repasse, que era de R$3,99 (tarifa técnica).

A planilha apresentada pela AMTT é composta por 38 índices que impactam sobre a passagem, com custos fixos e variáveis, que incluem desde despesa com colaboradores ao uso de insumos, sendo realizada a correção dos índices conforme a inflação no período próximo de 3%.
Bilhete eletrônico – A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa recomenda que em no máximo 40 dias todos os usuários do transporte coletivo façam uso do cartão de bilhetagem eletrônico, pois poderá ser cobrado valor diferenciado para o pagamento em dinheiro.
Recomendações – O CMT recomendou à Prefeitura otimização do IPK (índice de passageiros por quilômetro) visando o equilíbrio dos custos da tarifa.

Segundo os dados apresentados, a redução média dos passageiros nos últimos 12 meses gerou um desequilíbrio financeiro, que é a diferença da planilha técnica em relação ao valor sugerido pelo conselho.

“Consideramos importante que esse estudo se aprofunde e seja permanente no sentido de viabilizar alterativas que possibilitem o equilíbrio econômico e financeiro do custo da passagem” explica o presidente do Conselho, Elmiro Bobek.

Redação Agora1
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