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Palmeira Ambiental inaugura novas instalações em PG

31 de julho de 2018 - 14:50
Imagem divulgação

Por Millena Sartori

Foi inaugurada ontem (30) no Distrito Industrial de Ponta Grossa a nova sede da Palmeira Ambiental, empresa de gerenciamento de resíduos industriais.

O investimento foi viabilizado através da Lei Municipal nº 12.633/2016, que doou uma área para a empresa solicitando a contrapartida de pelo menos R$ 3 milhões em investimento na cidade e a geração de no mínimo 38 empregos diretos; no total, foram investidos mais de R$ 3,5 milhões e geradas 80 vagas de emprego.

O prefeito Marcelo Rangel destaca o apoio da administração municipal na atração de investimentos. “Nós temos uma política que incentiva não só multinacionais a se instalarem na nossa cidade, mas também propulsiona os negócios locais”, aponta Rangel, lembrando que a Palmeira Ambiental é um empreendimento consolidado na região desde os anos 90.

O diretor da empresa, Luciano Gebeluca, agradeceu ao apoio do poder público e anunciou a intenção de aumentar a capacidade de produção da Palmeira Ambiental no próximo ano. “Hoje podemos gerenciar cerca de 2,5 mil toneladas de resíduos sólidos industriais por mês, e em 2019 queremos ampliar a nossa planta para aumentar essa capacidade”, afirmou Gebeluca, que contou que esta nova unidade possui três mil metros quadrados de construção.

Infraestrutura industrial

A Palmeira Ambiental trabalha com o gerenciamento de resíduos industriais classe II, realizando coleta, processamento, transporte, destinação final e comércio de resíduos como metais, plásticos, papeis, borrachas, madeiras e vidros. Também são realizados serviços como compostagem, recuperação energética e reciclagem, além de outras soluções ambientalmente adequadas.

O secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Carbonare, destaca que o processo integra a infraestrutura industrial de Ponta Grossa.

“Ter uma empresa como esta atrai outras indústrias, já que além de mão de obra capacitada, incentivos e uma boa economia, mostra que a cidade também possui estrutura para a destinação final dos resíduos dentro do próprio parque industrial”, aponta Carbonare.

Redação Agora1
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